O papel do chipset no futuro do carro conectado

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Se há alguns anos a principal discussão na indústria automotiva era focada em motores e design, hoje o debate mudou de marcha. O coração do veículo moderno não é mais apenas mecânico; é digital. O carro se tornou uma extensão do nosso ecossistema de conectividade, e o verdadeiro diferencial competitivo está na sua capacidade de processamento.

Não é à toa que o mercado global de semicondutores automotivos, avaliado em mais de 53 bilhões de dólares em 2023, deve crescer a uma taxa anual composta de 9,1% até 2030segundo dados da Grand View Research. Esse número não reflete apenas mais chips, mas sim, processadores fundamentalmente diferentes.

Historicamente, os veículos foram construídos sobre arquiteturas fragmentadas. Pense nisso: havia uma pequena unidade de controle (ECU) para o rádio, outra para os vidros elétricos, uma terceira para o ABS, e dezenas de outras espalhadas. Isso se tornou um pesadelo logístico: complexo de fabricar, caro de manter e difícil de atualizar de forma coesa.

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Silas Anastacio de Souza

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